Arma é furtada de policial civil dentro do Palácio da Polícia, em Porto Alegre

Arma é furtada de policial civil dentro do Palácio da Polícia, em Porto Alegre

Foto: Ugeirm Sindicato (Divulgação)

Uma pistola pertencente a um policial civil foi furtada por uma pessoa em situação de rua que invadiu as dependências da 2ª e da 3ª Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), no Palácio da Polícia, em Porto Alegre. O caso ocorreu na madrugada do dia 31 de dezembro de 2025 para 1º de janeiro de 2026. Ao perceber a ausência do armamento, os policiais foram mobilizadas para localizar o responsável e recuperar a arma. A informação foi divulgada pela UGEIRM Sindicato.

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O UGEIRM Sindicato, que representa os escrivães, inspetores e investigadores de polícia se manifestou sobre o caso. A entidade declarou que o episódio escancara, mais uma vez, o cenário de desrespeito e desvalorização enfrentado pela Polícia Civil no Rio Grande do Sul. Mesmo dentro do principal prédio da instituição, símbolo histórico da corporação, os policiais convivem com condições precárias de trabalho que vão além dos danos estruturais causados pelas severas inundações recentes, colocando em risco a segurança de quem atua no local.

Atualmente, o Palácio da Polícia não conta com um controle efetivo de entradas e saídas, o que permite a livre circulação de pessoas em áreas internas e até restritas. A ausência de protocolos mínimos de segurança, conforme o sindicato, gera um ambiente de vulnerabilidade constante para os agentes que trabalham no prédio.

Desde as enchentes de maio de 2024, a 3ª DPPA está alocada provisoriamente no mesmo espaço da 2ª DPPA, no Palácio da Polícia. No entanto, a unidade já deveria ter retornado ao seu prédio de origem, no bairro Navegantes, em Porto Alegre. Em novembro daquele ano, a UGEIRM Sindicato encaminhou ofício à Chefia de Polícia solicitando providências, mas, até o momento, os agentes seguem atuando de forma improvisada no Palácio.

Diante do caso de furto da arma de um policial civil, a UGEIRM Sindicato declarou que vai exigir da Chefia de Polícia e da Secretaria de Segurança Pública do Estado a implementação imediata de um controle rigoroso de acesso ao Palácio da Polícia, mais reforço da segurança interna, a realização de uma avaliação técnica e estrutural das condições do prédio e a apresentação de medidas concretas e eficazes para evitar novos episódios.

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