Foto: Arquivo pessoal
A Polícia Civil de Agudo avança na investigação sobre o desaparecimento de um cão comunitário na cidade. O animal teria sido agredido e levado para o interior do município na noite de domingo (8). Desde então, não foi mais visto. Na quarta-feira (11), o homem apontado como possível suspeito da agressão prestou depoimento e a polícia segue com a análise das imagens de câmeras de segurança para conclusão do inquérito. As informações foram confirmadas pela delegada titular de Agudo, Jaqueline Siqueira Pellegrini.
+ Receba as principais notícias de Santa Maria e região no seu WhatsApp
Segundo a delegada, no depoimento, o homem negou ter agredido o animal. Na versão apresentada, segundo relatou a delegada, o cão teria sido afastado com o uso de uma vara, porque estaria atacando seu filho e outras crianças que jogavam futebol. Ainda de acordo com o relato, após o episódio, o suspeito teria levado o cachorro para o interior do município.
A Polícia Civil também realizou buscas no local indicado como possível ponto de abandono do animal, mas o cão não foi localizado. Moradores da região também realizam buscas. De acordo com a delegada, a investigação entra agora em uma nova fase, com o depoimento de testemunhas e a análise das imagens de câmeras de monitoramento já coletadas. Os relatórios técnicos e a versão das testemunhas serão reunidos para a conclusão do inquérito policial.
– Agora, vamos dar andamento à análise das imagens e às oitivas para concluir o inquérito o mais breve possível – afirmou Jaqueline.
O caso tem mobilizado moradores na busca pelo cão e também nas redes sociais. Para a noite desta quinta-feira (12), está sendo organizada uma manifestação em defesa do cão “Amigo”, como era conhecido pela comunidade. Conforme postagem nas redes sociais, o ato tem objetivo “de prestar apoio, pedir justiça e conscientizar a população sobre proteção e respeito aos animais”.
Imagens mostram momentos antes de cão comunitário desaparecer
Mais detalhes sobre o caso: