Foto: Divulgação
O temporal que atingiu o Rio Grande do Sul na tarde e noite desta quinta-feira (6) causou um grande destelhamento na Escola Estadual de Educação Básica João XXIII, em São João do Polêsine. A unidade, que atende cerca de 200 alunos, teve quase toda a cobertura arrancada pela força do vento.
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Nesta sexta-feira (7), uma equipe da 8ª Coordenadoria Regional de Educação (8ª CRE) e da Coordenadoria Regional de Obras de Santa Mariase desloca até o município para avaliar os danos e definir as medidas necessárias para a recuperação do prédio.
Segundo o coordenador regional de Educação, Josué Luiz Eggers, a diretora da escola relatou que o destelhamento ocorreu durante o temporal. Estruturas metálicas e partes da cobertura foram parar no entorno da instituição.
– Pelos relatos da diretora ainda ontem à noite, assim que o fenômeno ocorreu, de fato houve um grande destelhamento. É uma escola que foi recuperada, não faz muito tempo. Acredito que há um ano atrás foi reformado o telhado, e agora, infelizmente, pegou ali esse fenômeno que acabou levantando quase todo o telhado – afirmou Eggers ao programa Bom Dia, Cidade!, da Rádio CDN 93.5 FM.
As atividades escolares foram suspensas nesta sexta-feira. A vistoria deverá apontar a extensão dos estragos e as condições do prédio para que seja possível definir os próximos passos.
Cerca de 200 alunos
Como a Escola Estadual de Educação Básica João XXIII atende aproximadamente 200 estudantes, além da recuperação da estrutura, a 8ª CRE também precisa definir uma alternativa para garantir a continuidade das atividades enquanto o prédio não estiver em condições de receber os alunos.
De acordo com Eggers, uma das possibilidades é utilizar outro espaço disponível no município de forma provisória. A Coordenadoria também avalia a possibilidade de atividades remotas, caso seja necessário.
– Além de dimensionar essa questão e fazer os alinhamentos necessários com a Coordenadoria de Obras para recuperar a escola, é exatamente isso: conversar com a diretora e com a comunidade para ver se temos algum outro espaço que possa ser alocado ou cedido nesse período – explicou o coordenador.
A decisão sobre o funcionamento da escola na próxima semana ainda não havia sido tomada até o início da manhã desta sexta-feira. Eggers informou que iria conversar com a direção da instituição e fazer a articulação com a Secretaria Estadual da Educação após a vistoria.
Sem outros registros na região
Até o momento da entrevista, a 8ª CRE não havia recebido notificações de danos em outras escolas estaduais dos 23 municípios sob responsabilidade da coordenadoria.
– Felizmente, não tivemos nenhuma notificação de outra escola nos outros municípios dos 23 que são responsabilidade da Coordenadoria, mas, de fato, ali foi um grande estrago – disse Eggers.
A equipe da 8ª CRE também mantém contato com a Defesa Civil, que prestou atendimento à comunidade de São João do Polêsine após o temporal. A intenção é dimensionar os prejuízos e agilizar as providências para que a cobertura da escola seja recuperada e as atividades possam voltar à normalidade.
Telefones de emergência
Em caso de necessidade, a população pode acionar os seguintes órgãos:
- Defesa Civil: 153 e WhatsApp (55) 99110-7940
- Corpo de Bombeiros: 193 e WhatsApp (55) 98454-5968
- Brigada Militar: 190 e WhatsApp (55) 99939-0190
- Samu: 192, (51) 3320-0100, (51) 3322-0192 e (55) 3307-9737
- Superintendência de Trânsito: 153 e WhatsApp (55) 99931-1244
- Guarda Municipal: 153 e WhatsApp (55) 99167-8452
- Comando Rodoviário da Brigada Militar: 198, (55) 3225-1009 e WhatsApp (51) 98687-2667
- Polícia Rodoviária Federal: 191 e WhatsApp (55) 99123-3488