Foto: Mateus Ferreira (Diário)
O incêndio teve início antes das 5h, na residência da família, localizada na Rua Dona Dalva, Bairro Juscelino Kubitscheck. O imóvel de madeira foi totalmente destruído pelas chamas. As causas do fogo ainda são desconhecidas.
O delegado Adriano De Rossi, titular da Delegacia de Polícia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP), já instaurou inquérito para investigar as causas da morte do casal e do filho de 1 ano e 3 meses que morreram em um incêndio ocorrido na madrugada desta terça-feira (17), em Santa Maria.
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Conforme o delegado, policiais da DPHPP estiveram no local para colher informações preliminares e verificar a existência de indícios de que o fogo pudesse ter origem criminosa. No entanto, a partir do que foi apurado, inicialmente, inclusive com relatos de vizinhos, não há elementos que indiquem "ação intencional de terceiros".
– A princípio, tratamos o caso como incêndio culposo. Isso dependerá da perícia, que poderá apontar a causa da tragédia – afirmou De Rossi.
Segundo ele, um vizinho tentou prestar socorro, mas não conseguiu entrar na casa devido à intensidade das chamas. A investigação deve ouvir moradores da região para esclarecer as circunstâncias do fato. Não há registro de câmeras de monitoramento nas proximidades.
De acordo com o delegado, também não há indícios de que terceiros tenham ateado fogo na residência.
– Nada indica, até o momento, a participação de outra pessoa no ocorrido – reforçou ele.
Relembre o caso
Um casal, uma mulher, 32 anos e um homem, 26, e o bebê do casal, de 1 ano e 3 meses, morreram em um incêndio no Bairro Juscelino Kubitschek, na área do Jockey Club, em Santa Maria. As vítimas foram identificadas como Jessica da Silva Brazeiro, Gabriel Machado de Souza e o filho do casal, Ravi.
O incêndio teve início antes das 5h na residência de madeira, localizada na Rua Dona Dalva. O imóvel foi totalmente destruído pelas chamas. As causas do fogo ainda são desconhecidas.
Equipes do Corpo de Bombeiros atuaram no combate aos focos remanescentes, enquanto a área foi isolada pela Brigada Militar. A Polícia Civil e o Instituto-Geral de Perícias realizaram os primeiros levantamentos no local. Os corpos foram encaminhados para necropsia.
A família morava há cerca de um ano na residência e seria natural de Uruguaiana, na Fronteira Oeste do Estado.