Arquivo Pessoal
Pai Jerri Rodrigues e a mãe, Angelica da Rosa, posam ao lado da nova integrante da família
Às 0h53min, Santa Maria teve o seu primeiro registro de nascimento em 2026. Ana Clara da Rosa Rodrigues nasceu com três quilos e 110 gramas e com 47,5 centímetros. Os pais, Angelica da Rosa e Jerri Rodrigues, tiveram uma virada de ano em que o barulho dos fogos foi abafado pelo choro de uma nova vida. Ana Clara nasceu no Hospital Universitário de Santa Maria (Husm).
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O primeiro nascimento do ano carrega um simbolismo que ultrapassa os dados do registro civil e se transforma em sinal de recomeço para a cidade. Em meio à virada do calendário, a chegada de uma criança renova sentidos, expectativas e esperanças. Os pais viviam a expectativa do nascimento ser o primeiro do ano na cidade, o que acabou se concretizando.
Tradicionalmente, o primeiro bebê do ano é associado a novos começos. Ele representa a continuidade, a promessa de dias que ainda não foram vividos e a possibilidade de construção de caminhos. Em Santa Maria, esse nascimento se soma a tantos outros que, ao longo do ano, darão forma ao futuro da cidade.
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Em uma cidade cercada de histórias, Ana Clara passa a integrar uma memória coletiva. É um marco simbólico que se repete a cada virada, lembrando que, apesar das mudanças, há algo que permanece constante: a vida encontra sempre um jeito de recomeçar.
O primeiro nascimento do ano não resolve problemas nem responde a todas as expectativas, mas oferece um início diferente para a família. Em meio a novos planos, desafios e caminhos ainda indefinidos, a chegada de uma criança reafirma que todo ano começa, antes de tudo, com a possibilidade de um novo começo