maus-tratos

VÍDEO: cão leva pedrada e tutora acusa gari pela agressão

Caso aconteceu na manhã de segunda-feira, em Camobi. Prefeitura apura a denúncia

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Foto: Arquivo Pessoal (Divulgação)

A comerciante Eliane Pereira, 35 anos, denunciou que o cão da família, o pitbull Thor, foi agredido com uma pedrada e acusa um funcionário da empresa responsável pela coleta de resíduos domiciliares como sendo o suposto autor da agressão. O caso aconteceu por volta das 8h da última segunda-feira.

O cão estava no pátio em frente à casa cercada por grades, que fica na Rua Valentin Farias de Lima, em Camobi, quando teria sido atingido pela pedrada. A agressão teria acontecido no momento em que o caminhão do lixo fazia o recolhimento de resíduos na via.


A tutora do animal disse que operários que trabalham em uma obra na frente da residência onde mora viram o momento em que um gari teria jogado a pedra contra o animal. O cão sofreu ferimentos no focinho e no rosto.

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O cachorro teve de ser medicado e se recupera bem. A comerciante disse que irá registrar a ocorrência na Delegacia Online, no site da Polícia Civil. Eliane também entrou em contato com a empresa Sustentare Saneamento, responsável pela rota de coleta de resíduos na manhã em que aconteceram os fatos.

Nesta quarta-feira, um representante da empresa acompanhou a coleta do lixo na Rua Valentin de Farias de Lima e conversou com a comerciante. Eliane quer saber quem foi o responsável pela agressão. À reportagem do Bei, o representante da Sustentare disse que não tinha autorização para falar sobre o assunto. A reportagem também ligou para o telefone indicado no site da empresa, mas as chamadas caíram na secretária eletrônica.

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A reportagem do Bei entrou em contato com a prefeitura e relatou o caso. Inicialmente, a resposta é de que o Executivo tomou conhecimento da denúncia na manhã desta quarta-feira, e que está encaminhando o caso para a análise da Secretaria de Município de Meio Ambiente para que os fatos sejam apurados.

O QUE DIZ A LEI

Foi aprovada ano passado a Lei 14.064/2020, que altera a Lei de Crimes Ambientais, aumentando a pena relacionada ao crime de maus-tratos a cães e gatos. A pena passa de, no máximo, um ano e quatro meses para dois a cinco anos de reclusão.

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