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VÍDEO: altura de quebra-molas no Bairro Itararé divide opiniões

Lombada de concreto foi instalada em frente à Escola Santa Catarina, na Rua Visconde de Ferreira Pinto

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Foto: Foto: Alan Orlando (especial)

Foto: Alan Orlando (especial)

Um quebra-molas de concreto, construído na Rua Visconde de Ferreira Pinto, no Bairro Itararé, divide a opinião de moradores e de quem trafega pelo trecho. A reportagem do Bei foi até o local e conversou com moradores e motoristas sobre a obra.


Instalado em frente à Escola Santa Catarina há cerca de dois meses, o quebra-molas é motivo de reclamações para muitos motoristas quem passa pela rua. Durante o período de uma hora e meia que a reportagem ficou no local, na tarde de quinta-feira, quatro motoristas reclamaram que a lombada de concreto aumenta os riscos de acidentes.

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Para o chapista Marco Fagundes, 44 anos, a altura do quebra-molas é motivo de preocupação. Segundo ele, logo que a lombada foi instalada, ele quase caiu de motocicleta. 

Foto: Alan Orlando (especial)

O quebra-molas também não agradou ao motorista de aplicativo Márlon dos Santos, 42 anos, pois, além de trazer riscos de acidentes, a altura da lombada danifica os veículos que, às vezes, precisam passar de lado - indo na contramão - para não arrastar o carro. 

- Já passei aqui e vi pedaços de para-choque e marcas de óleo, tudo isso porque os carros batem no quebra-molas, que tem uma altura absurda _ reclama.

MORADOR APROVA

Porém, para os moradores o redutor é necessário. O aposentado Enio Roberto Pichini, 63 anos, que mora na Rua Visconde de Ferreira Pinto desde que nasceu, dizo redutor é uma forma de prevenção, pois evita que motoristas andem pelo local em alta velocidade:

- Melhorou muito a rua, pois, antes, o pessoal não respeitava o limite de velocidade. E quando voltar as aulas, vai melhorar muito mais. Vai trazer mais segurança para quem precisa atravessar a rua e também auxiliar os cadeirantes.

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A reportagem entrou em contato com a prefeitura de Santa Maria, responsável pela instalação do redutor, que informou que a altura da estrutura é para que os veículos respeitem o limite de velocidade máxima de 20 km/h por se tratar de um trecho que fica em frente a uma escola.

"Em frente a outras escolas em que se permitiu o trânsito em velocidade maior, com implantação de elevadas, estas não atenderam ou atenderam com ressalvas, pois fica muito baixo o dimensionamento. Portanto, devido à educação dos usuários, por não diminuírem a velocidade dos veículos, as elevadas muito baixas, sem a compatibilidade com a velocidade no trecho, não atingem o objetivo", informa a prefeitura, em nota.

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